Não tem jeito
morro a cada instante
quando leio os poemas do Drummond
do Bandeira
e do Quintana então...
Morro de paixão quando mergulho nos teus olhos
azuis salgados do mar
me afogo nas tuas lágrimas
águas salobras da imensidão.
Não tem jeito
me mata a mágoa e o esquecimento
quando escuto Mozart, Brahms e Offenbach
que gostavas tanto.
Não tem jeito
assim mesmo
morro da espera
de quem nunca vai chegar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário